Opinión
A língua da Galiza convertida num «crioulo»
Um dos postulados de Daniel Castelao no seu livro Sempre en Galiza, asseverava que o galego era umha língua extensa e útil, filha do latim e pai do português, axioma esboçado entre outros por Manuel Murguia, e nom questionado polas figuras mais ilustres do regionalismo e do nacionalismo galego.
Um crioulo é basicamente umha língua mista elaborada num laboratório, resultado do contacto de umha língua extensa e útil com elementos importados de outra língua dominante, prescindindo da História, das melhores obras literárias, dos estudos filológicos de coletivos ou ilustres figuras da comunidade lingüística galego-portuguesa, quer dizer, umha língua conflituosamente padronizada, integrada por listagens e até catálogos de eufemismos, vulgarismos, feitos diferenciais, recopilados sem rigor científico e mesmo dialetal, que dificultam qualquer possibilidade de comunicaçom com os outros países da nossa Comunidade lingüística conformada por mais de 260 milhons de falantes.
No que diz respeito às comunidades lingüísticas podemos distinguir: (a) língua maior, a que pode ser falada por mais do 25% da populaçom; (b) língua menor, ser falada por mais de 100.000 pessoas; (c) língua de estátus, a usada para as manifestaçons literárias, ou como matéria curricular; (d) língua vernácula, a língua nativa de umha comunidade de fala; (e) língua padrom, a língua vernácula padronizada; (f) língua clássica, para umha das vias padronizadas do galego, assim os textos dos Cancioneiros Galego-Portugueses medievais...
Infelizmente o idioma galego oficialista mal se relaciona com algum passado ilustre da nossa História, da nossa Literatura, da nossa Filologia, etc. O galego já é língua oficial na Comunidade Europeia com o nome e forma de português, é difícil compreender os motivos polos quais organizaçons nacionalistas galegas aspiram apenas ao simples reconhecimento desse «crioulo» que denigra essa língua milenária cultivada com tanta dignidade polas figuras mais ilustres da nossa História.
Nom devemos esquecer que atrás dos pomposos timbres de «normalizaçom lingüística», «cultura galega», «literatura galega»... se oculta o nada, ou ainda pior o desígnio malévolo de que o idioma galego morra como um passarinho, sem escândalo, acompanhado dos rituais solenes e funerários estabelecidos para estes casos. No entanto estamos vendo pessoas que vivem do galego, recebem prémios e reconhecimentos pola sua obra que carece de estudos merecedores dessas homenages, os seus contributos som reiterativos e mal acarretam ideias ou postulados dignos de interesse científico.
Existem vozes críticas, que som silenciadas, venturosamente algumhas pessoas ainda podemos opinar.
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