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Opinión

O verbo «renovar», os adjetivos e os fingidores

Combinar num título temas de morfologia lexical, categorias gramaticais (um adjetivo e o substantivo, «fingidor») poderia sugerir que se combinam elementos ou unidades gramaticais incompatíveis, porém as línguas históricas como é o caso do Galego-Português constituem umha riqueza inesgotável que possibilita estudos diversos do ponto de vista da diacronia e sincronia.

O verbo «renovar» (documentado no século XIII) procede do latim, significa «fazer ficar ou ficar outra vez como novo», «substiruir por mais novo», «efetuar melhoras ou reformar estruturas ou elementos deficientes». Lembre-se que o prefixo «re-» tem um valor intensificador e designa que a açom expressada por um verbo «volta a», assi no verbo «renovar» denotaria simplesmente «consertar ou repor umha cousa que está em mal estado», neste caso concreto seriam as vias ferroviárias.

O adjetivo «integral», derivado de «íntegro», fai parte de um grupo numeroso, este número de adjetivos em «–al» incrementou-se nos últimos anos especificamente em âmbitos da ciência e da economia, e expressa «que contém todos os aspectos ou todas as partes de um todo». O substantivo «fingidor» corresponde «aos que enganam, dissimulam, fazem parecer real o que nom é», «aos que ponhem cara de pena», embora existam elementos provatórios que demonstram que som irresponsáveis, negligentes, intolerantes, mesmo chantagistas... Estas sucintas ideias clássicas na História da Língua e da Lexicografia, deveriam ser conhecidas por qualquer porta-voz da classe política, máxime se exercer um cargo relevante num governo, pois que um dos seus deveres terá que ser que conheça os temas da sua incumbência, e de nom ser assi deveriam voltar à escola ou centros de Bacharelato, para formar-se, e a seguir, pola sua incompetência, renunciar ao cargo que exercem.

Esta informaçom reproduzida nos parágrafos precedentes estaria ajustada ao que informam as gramáticas e as obras lexicográficas, porém as afirmaçons da classe política costumam carecer de valor, já que manipulam as teorias gramaticais elaboradas durante muitos séculos. Conseqüentemente, os cidados nom podem saber o trasfundo das suas declaraçons, estas pessoas perdêrom o seu crédito e até tenhem a indecência de prescindir das Ciências da linguagem, e corromper postulados gramaticais e lexicográficos.

Estes comportamentos constituem umha prova notória de que determinados cargos de confiança, assessores, estruturas políticas paralelas, fundaçons, observatórios, etcétera se explicariam porque o poder sabe premiar os fieis e leais servidores, embora nom estejam capacitados para exercer um cargo de máxima responsabilidade, que deveria ser realizado polas pessoas com acreditada competência, experiência e dignidade.

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