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Opinión

Ácratas, autócratas e demócratas

Consideramos que nom é indispensável ser morfólogo para que os leitores observem que nestes três exemplos existe um segmento final que é idêntico, « -crata», um elemento compositivo procedente do grego, que significa basicamente «partidário do poder popular».

Noutros tempos os estudantes de Bacharelato estudávamos Latim durante quatro anos e os que escolhíamos «Letras» dous cursos mais de Grego em 5º e 6º do Bacharelato e no denominado «Curso Pré-Universitário». Contodo na atualidade estas duas disciplinas tam básicas para que os estudantes disponham de conhecimentos lingüísticos e históricos fundamentais para a sua formaçom integral fôrom laminadas nos estudos de Bacharelato e mesmo nas Faculdades de Filologia, mais preocupadas polo que denominam afetada ou soberbamente «comunicaçom», umha enteléquia para pontificar sobre «o nada», dedicar horas e horas docentes a projetar conteúdos em muitas ocasions sem interesse: assim transcorrem os dias pontificando, e a sociedade esperando a que se mude com urgência esta perigosa situaçom.

Estas três palavras derivam de: «acracia», a doutrina política e social que defende a supressom da autoridade organizada num Estado democrático e de Direito; «autocracia» o sistema político em que um só e único governante exerce o poder, sem limitaçom de autoridade, poderia funcionar como parassinónimo a palavra «tirania»; «democracia» forma de governo em que os cidadaos elegem os seus governantes por meio de votaçom e aqueles devem governar cumprindo com o Ordenamente jurídico e a Norma Suprema (CE), quer dizer, limita-se o poder dos governantes e promove-se a participaçom social e o pluralismo político.

O mencionado anteriormente é o quadro teórico, mas a realidade política e social demonstra que os princípios democráticos e de Direito se vulneram com as mentiras, o cinismo e até com a burla dos outros partidos políticos, ofendidos sistematicamente polo Governo com insultos e sem que os seus porta-vozes se imutem, embora seja evidente a sua imprópria conduta e indigno comportamento nas Cortes Gerais (Congresso e Senado), e mesmo com a ajuda do Tribunal Constitucional a quem apelam reiteradamente para prosseguir com os seus objetivos obscenos, falseando a realidade com a falácia de que som exigências comunitárias.

Os leitores, informados da situaçom polas notícias aparecidas nos jornais que informam a partir da verdade e com dignidade, poderám deduzir se a forma de Governo nos últimos anos limita o Poder e promove a participaçom social e o pluralismo político ou estamos perante autócratas apoiados mesmo por alguns jornalistas que degradam a verdade, sustentadora das sociedades livres.

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